Resenha: Repentless – Slayer

O álbum “Repentless” do Slayer lançado em 11 de setembro pela Nuclear Blast veio ao mundo como uma “porrada thrash”. Foi o primeiro álbum lançado após a morte de Jeff Hanneman e também o álbum de estreia do guitarrista Gary Holt e de reestreia baterista Paul Bostaph. Ambos saíram-se  extremamente bem, mas o destSlayer-2015aque maior vai para Bostaph que conseguiu demonstrar técnica e selvageria em todo o disco.

“Delusions of Saviour” é a faixa de abertura, uma faixa instrumental e menos acelerada que o restante do disco, mas é a única neste estilo. A segunda faixa é a titulo, “Repentless”, que mesmo sendo a faixa que nomeia o álbum não é a melhor, o vocal é atropelado pelo instrumental, perdendo assim sua força natural.

O disco possui somente uma faixa composta pelo falecido Jeff Hanneman a “Piano Wire”. Com riffs “rasgados” e uma bateria técnica e potente ‘You Against You” ao meu ver pode ser considerada melhor faixa do álbum, possui uma introdução mais ritmada e curta e no discorrer da música muda quase que por completo, é a faixa em que o talento individual dos membros da banda afloram.

Pode-se dizer que este é um dos melhores trabalhos do Slayer ate então.

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